Prato leve , para acompanhar aquele frango grelhado , com arroz e salada .
Ingredientes :
Um maço de aspargos frescos
uma colher de sopa de sal fino
uma colher de sopa de manteiga
uma colher de sopa de alho amassado
Modo de fazer :
Lave delicadamente os aspargos em água corrente .
Corte as partes duras do caule de cada aspargo...
Numa panela , coloque o sal e um pouco de água em
fogo alto ...quando ferver , acrescente os aspargos com
as pontas para cima , deixe por cerca de 5 minutos .
Retire e coloque numa vasilha com água gelada .
Numa panela coloque a manteiga e o alho , mexa e
acrescente os aspargos escorridos ...tampe a panela e
deixe por 5 minutos cozinhando . Apague o fogo e sirva com
arroz , frango grelhado e uma saladinha.
BAN-CHÁ = Camellia sinensis (Banchá)
chanoyu - o simples ato de tomar chá (cerimônia do chá)
"chanoyu não é uma simples bebida para refrescar a boca ou saciar a sede, mas é, sobretudo, a manifestação de uma aventura" (XV Iemoto do Urasenke, o Grão-Mestre Sen Sôshitsu, )
... Os encontros mais importantes já foram combinados pelas almas antes mesmo que os corpos se vejam...
- Paulo Coelho -
In order to be irreplaceable one must always be different.
- Coco Chanel -
Não importa o quanto às vezes seja difícil, o quanto às vezes
eu me atrapalhe, o quanto às vezes eu seja a densa nuvem que
esconde o meu próprio sol, quantas vezes seja preciso recomeçar:
combinei comigo não desistir de mim.
- Ana Jácomo -
Então, que seja doce.
Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce.
Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder.
Tudo é tão vago como se fosse nada.
. Caio Fernando Abreu .
Com curiosidade meiga,
envolvida pelo cheiro de jasmim,
atenta à fome de existir,
e atenta à própria atenção,
parecia estar comendo
delicadamente viva
o que era muito seu.
A fome de viver, meu Deus!
- Clarice Lispector -